Skip to main content








covid-19-5073811_1920

Quando vai acabar o confinamento?

Por Leila Navarro

O questionamento é uma excelente estratégia para o crescimento em todos os sentidos. A capacidade de fazer as melhores perguntas é um dos principais fatores que distiguem as pessoas bem-sucedidas das demais, porque sem perguntas não há respostas, e sem respostas não há reflexão e assim não se absorve conhecimento. Se a quarentena acabasse amanhã, o que você faria? Ou melhor, se a vacina fosse descoberta já, quais as primeiras atitudes que iria tomar? Às vezes ficamos ensaiando tanto e projetando tantas coisas, mas quando chega a hora de agir, continuamos ensaiando e procrastinando.

A utilidade do nosso conhecimento e a eficácia de nossas ações estão relacionadas às perguntas que fazemos ao longo da vida. Todas as conquistas e descobertas nos trazem à era do conhecimento. Só foi possível descobrir a cura de determinadas doenças porque existiram e existem pessoas que não se conformam com respostas pragmáticas – elas decidem questionar, buscar informações, recalcular a rota e abrir portas para a construção de novas possibilidades. Se questionar é fazer um convite à criatividade e inovação! Gerar mudanças que podem impactar você, o outro e o universo.

O que estamos vivendo hoje com o Covid não se trata de um fim. Mas sim, o começo de uma nova perspectiva de vida! Você já se perguntou: Qual o meu lugar no mundo pós Covid? Que atitudes devo tomar diante ao novo normal? Que competências eu preciso aprender e adquirir para lidar com isso? Que bagagem devo levar para essa nova viagem? Desejo, sinceramente, que os questionamentos levantados tenham aguçado o seu talento de refletir e ajudar a fortalecer sua configuração mental ao que está por vir. A atitude depende unicamente de você.

Viver vale a pena! Só não vale viver sem vibrar nem deixar de ter fé e sonhar. Reveja suas atitudes, se tem alguma coisa que não sai como esperávamos, talvez seja porque temos de aprender uma lição. É justamente nesse momento que devemos nos recolher em nosso interior e questionar: Não estou estou entendendo. Tudo parecia apontar para esse caminho, mas ele não levou aonde eu imaginava. O que devo aprender com isso?

Neste período de contingência, nos transformamos novamente em um feto em fase de desenvolvimento dentro do útero. Estamos reclusos, confinados, até um certo ponto confortáveis e protegidos, nos despertando, nos provocando, criando novas formas, mexendo com nosso inconsciente e nos conectando com as profundezas do nosso eu interior. A terra é nossa mãe, que assume seu papel de cuidado e ternura. Nesse novo normal, teremos que ser paridos e assim como um bebê, precisaremos novamente aprender a caminhar, dialogar, lidar com novas regras, condutas, posicionamentos e precisar nos desenvolver ainda mais. Você está disponível para esse aprendizado?

Estamos vivenciando um novo significado de vida durante o período da pandemia. Não ignore este momento, viva-o, sinta-o, converse com ele, crie-o, gerencie-o e encontre novas formas de posicionar. Victor Frankl já dizia: Tudo pode ser tirado de uma pessoa, exceto uma coisa, a liberdade de escolher sua atitude em qualquer circunstância da vida. Nós não escolhemos as circunstâncias da vida, mas podemos escolher a nossa atitude diante esse caminhar.

Comente também via Facebook!

Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Spam protection by WP Captcha-Free