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Confiança, um trampolim para o sucesso na vida

Pessoas que conseguem criar uma cultura de confiança têm mais equilíbrio para gerenciar as
pressões seja na vida pessoal, na carreira, nos negócios ou na criação de novas possibilidades

Você tem dimensão do poder do conhecimento quando analisamos o comportamento do ser humano? Estive refletindo sobre uma frase de Confúcio, famoso pensador e filósofo chinês: “Três coisas são necessárias para poder governar uma Nação: armas, comida e confiança. Se você não pode ter os três, deve primeiro deixar as armas e em segundo lugar a comida”. Uau! Você entendeu que a confiança deve prevalecer? Este pensamento reforça o que eu acredito. Onde há confiança existe amor, onde existe amor há confiança.

Talvez você tenha aí uma pergunta que não quer calar: “Como posso saber se confio ou não?”. A resposta parece fácil, mas como dizem por aí, SQN (só que não!). Como palestrante motivacional tenho a oportunidade de circular em diversos cenários do mundo corporativo e descobri uma fórmula teoricamente simples para medir o grau de confiança nos diversos níveis de relacionamentos. Quanto mais uma pessoa controla, menos ela confia. Quanto mais confia, menos controla. Isso é muito forte! A questão é que a falta de ciência e consciência desse fator impressiona e tem fomentado insegurança nas pessoas, nos relacionamentos, nos negócios, nos interesses, etc.

E tem mais! Quando uma pessoa tem esse tipo de comportamento, ele se reflete em todas as áreas da vida. Historiadores afirmam que o Confucionismo, legado de Confúcio, é a base da ética empresarial japonesa e países chamados Tigres Asiáticos, como Coréia do Sul e Cingapura. Eles promovem essa filosofia para encorajar o desenvolvimento econômico, social e político. Confiança é a base de todos os níveis de relacionamentos.

Existe outro aspecto importante para se pensar! Quanto mais autoconfiança tem uma pessoa, mais coragem ela tem para arriscar e confiar no outro. Curioso é que este comportamento reflete em todas as áreas da vida. Se uma pessoa confia em si mesma, ela arrisca expor ideias, cria e mantém novos relacionamentos, inova no trabalho, reinventa a carreira, amplia negócios, confia em suas decisões e influencia pessoas para que elas exercitem suas próprias competências, sem receio de concorrência.

No meu mais recente livro “Virar o Jogo – como agir no mundo das incertezas”, em vários trechos aponto a importância da autoconfiança para dar novos impulsos na vida, o que eu chamo literalmente de virar o jogo. Nada muda se eu não mudar e, se queremos viver numa cultura de confiança, isso tem que ser despertado em cada um de nós primeiro. Está acontecendo no Planeta uma intensa movimentação e para alinhar a vida, a carreira ou o negócio às transformações econômicas, políticas e até sociais é preciso despertar para uma nova forma de se relacionar, pensar, decidir e agir sob várias perspectivas. Isso requer autoconfiança!

Quando eu tenho autoconfiança, passo a confiar no outro que, por sua vez, passa a confiar em mim. Daí começa uma relação de confiança mútua. Então, vale a pena confiar! Confie, arrisque. O que você pode perder com isso? Talvez você responda: “a confiança”. Mas, pense bem! Ninguém perde o que não tem! Lembre-se que o primeiro passo para confiar no outro é, antes, confiar em si mesmo. Confie em você e acredite que pode se colocar diante de qualquer situação com uma postura forte, eficaz e irradiar confiança por onde passar.

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