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Organizações devem investir na felicidade para contra-atacar o estresse e a Síndrome de Burnout

Investir na felicidade contra o estresse não é algo novo dentro das organizações. Tudo bem que numa era de alta competitividade global, aquele que produz mais é melhor, tem mais chances de destaque no mercado. E, para isso, é necessário manter a empresa antenada nos avanços e tendências do mercado em todos os aspectos.

O setor econômico atualmente está longe de ter fatias demarcadas e as conexões do universo digital geram muitas possibilidades de novos negócios. Produtos e intervenções comerciais que antes nem se cogitavam o encontro na esteira de negociações, hoje geram grandes transações no mercado internacional.

Quem diria que um dia a China teria os olhos do mundo voltados para ela? Hoje é um fato. Mas, para que todo esse emaranhado de acontecimentos se desenrole, pessoas estão envolvidas. Apesar de toda riqueza de tecnologia e recursos existentes, o capital humano ainda é o mais precioso bem que o mundo corporativo detém. E gente, tem emoções, gente tem limites, gente tem estresse!

Estresse no trabalho

Nessa onda, com o mercado cada vez mais competitivo, a agitação das grandes metrópoles, o volume cada vez maior de possibilidades e informações, o universo imenso de conexões com o mundo digital e tantas outras novidades sociais, políticas, econômicas, cibernéticas e de níveis estratosféricos, o estresse no trabalho parece ter se transformado um fator corriqueiro.

Alguns chegam a classificá-lo como um ingrediente que, bem dosado, dá um sabor todo especial aos mais diversos tipos de relacionamentos, sejam eles, afetivos, profissionais, de negócios, para desenvolvimento de projetos e por aí vai. Assim, em plena era moderna, ser estressado tem lá o seu glamour! Talvez porque ele é o indicador oposto do comodismo, do sem ação, do faz nada. Afinal, mundo globalizado e apatia definitivamente não se cruzam.

Mas, com a onda positiva da modernidade surgem também os seus revezes. Os altos níveis de estresse têm gerado uma novidade nada produtiva no mundo corporativo: a Síndrome de Burnout, ou esgotamento profissional, decorrente de estresse prolongado no trabalho.

Quando ministro palestras em diversos estados brasileiros e também no exterior observo claramente o que revela uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association – Isma. Entre 2013 e 2014, a organização avaliou pessoas com idade entre 20 e 60 anos e constatou que, no Brasil, 30% dos profissionais apresentam esse grau severo de pane no sistema emocional e físico, que prejudica todo o seu desempenho.

Sintomas do estresse

No trabalho, a pessoa, antes competente e atenciosa, liga o “piloto automático” e, no lugar da motivação, surgem irritação, falta de concentração, desânimo, baixa produtividade, sensação de fracasso, o ápice do nível ultrapassado do estresse. Esses são indícios de uma doença cruel e de difícil diagnóstico que avança nas empresas e tem gerado um grande número de afastamento de profissionais.

As pessoas que assistem às minhas palestras, em geral, buscam de alguma forma virar o jogo da própria situação, vencer a rotina de estresse, os desafios do dia a dia e ter uma vida com mais qualidade de vida.

Como curar o estresse

Ao estudar as causas e sintomas do estresse crônico, da Síndrome de Burnout e sobrepor os resultados que a felicidade gera na vida de uma pessoa, eu não tenho dúvida: a felicidade é o mais eficiente antídoto para contra-atacar esse mal. E o melhor de tudo isso é que a felicidade é uma escolha e, por isso, podemos aprender a ser feliz em todos os âmbitos da vida.

Quando trago o conceito do bem-estar e da felicidade à realidade das organizações observo que, de alguma forma, esse método de gerenciamento já faz parte do universo dos profissionais e negócios bem-sucedidos.

A tendência mundial é unir trabalho e satisfação, porque é fato comprovado que a produtividade aumenta em proporção direta à satisfação das pessoas envolvidas, uma condição que está associada a uma pessoa feliz e só traz benefícios: lucro, reconhecimento, realização, tranquilidade, alegria e bem-estar.

Com isso, a minha orientação para as organizações de todos os portes e setores econômicos é que invistam em seus colaboradores para que eles aprendam a ser felizes.

Ainda mais em tempos de crise e ajustes econômicos, manter uma equipe de colaboradores feliz, comprometida e saudável é o investimento mais inteligente e ponderado estratégica e economicamente falando.

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