Você tem bom humor?

Jogo de cintura, sacadas divertidas, risos, situações ridículas… Poderosos, em março fiz um post sobre o humor feminino. Todos nós, homens e mulheres, precisamos cultivar o bom humor para enfrentarmos qualquer situação em nossas vidas.

Hoje resolvi colocar um teste aqui para vocês: você tem bom humor? Eu acredito que ter bom humor é necessário, uma questão de escolha, de saúde e de inteligência. Se estamos bem humorados, criamos situações mais prazerosas e soluções mais eficazes.

Faça o teste e avalie como anda o seu humor.

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PERGUNTE PARA LEILA

Poderoso e poderosa,
você tem dúvidas quanto a sua carreira, seu futuro, sobre como obter sucesso, sobre autoestima, autoconfiança, automotivação? Envie sua pergunta para mim no e-mail blog@leilanavarro.com.br que eu responderei em um post especial. Esse espaço está aberto aqui no meu blog e, hoje, respondo duas questões sobre autoestima e carreira. Espero o seu e-mail, pois a sua dúvida pode ser a dúvida de muitas outras pessoas!

Oi, Leila, quero saber quais as atitudes que devo ter para aumentar a autoestima minha e de minha equipe?

Nós somos um produto de muito valor. Assim como mercadorias e serviços, as competências e as habilidades que possuímos são os nossos melhores talentos e, por isso, merecem a mesma atenção, o mesmo respeito e as mesmas estratégias e planejamentos que qualquer empresa. Você aumenta a sua autoestima quando reconhece quais são os seus diferenciais e se detém no que é mais valioso: você mesmo. Invista no seu marketing pessoal, na sua autenticidade para que conquiste uma imagem positiva, entusiasmada. Assim como o produto necessita de uma bela identidade visual, uma boa embalagem, você também tem que ter o mesmo cuidado com você. Atraia a atenção dos outros através da motivação, capacidade e habilidade não só em se comunicar, mas mostrar qual é a sua competência. Com o tempo verá que é capaz de muito mais coisas do que imagina e a sua equipe refletirá aquilo que você tem. Seja um ótimo produto! Invista em você! Sucesso!

Boa tarde Leila,
Tenho 33 anos e três filhos de 11, 5, 2 anos. Estou me sentindo mal porque até hoje não sei exatamente qual rumo seguir profissionalmente. Penso em montar meu próprio negocio, mas tenho medo de lidar com os problemas. Estou casada há 12 anos e perdi um pouco da minha identidade quero recomeçar, sei que vou conseguir. Meu marido exerce cargo público na cidade e isso também interfere na minha vida profissional. Gosto de trabalhar, não gosto de ficar em casa. Hoje em dia a mulher tem que ter a vida financeira independente eu vou a busca disso. Se puder me orientar sobre vendas pela internet, pensei nesta possibilidade. Obrigada pelo espaço. Saúde e sucesso. Joice Iris

Poderosa, eu não sou especialista em vendas na internet então, para tratar das minhas necessidades neste sentido, fiz parceria com quem é. Criar e manter relacionamentos são estratégias poderosas para qualquer negócio. Mas a sua urgência nem é essa, não é mesmo?… Você chegou em um estágio que precisa analisar bem aquilo que deseja mudar em você, utilize-se melhor de sua marca, sua vitrine pessoal, aposte em sua rede de relacionamentos, seja diplomático, abandone a reflexão e aprimore-se da ação, ganhe pessoas, comunique-se! E não desista, jamais! Lembre sempre onde quer chegar e otimize sua autoestima! Se você não sabe como começar faça o curso de Planejamento Estratégico Pessoal que disponibilizo no meu portal. Invista em você mesmo e nos seus sonhos.

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Faça da busca pelo sentido de vida o seu sentido de vida

Quando se está empenhado na realização de um sonho, cada pequena conquista é motivo de comemoração; Aqueles que estão convictos de algo, o universo se ajoelha aos seus pés

Há pouco, fui assistir o filme “A Invenção de Hugo Cabret” e, nele, o tema “proposito de vida” foi abordado de uma maneira tão singela que me tocou profundamente. Lógico que outras irreverências e sensibilidades de Scorsese são facilmente percebidas e saboreadas.
Levei meu sobrinho de sete anos e ele ficava o tempo inteiro pedindo para ir embora. Realmente não é um filme para crianças, mas é para nós adultos que, através de um poema cinematrográfico, podemos nos deleitar, viajar na magia do 3D revendo alguns de nossos paradigmas e perguntas sobre nosso propósito de vida.
Este filme me inspirou a escrever um artigo para a Revista Aprendizagem e que aqui compartilho com vocês. Espero que curtam! Superbeijos. Leila

“Perdi a conta das vezes que ouvi pessoas se queixarem de que, na vida, nada acontece conforme o que elas desejam. É o empresário que tem dificuldades para equilibrar seu negócio, é o casal de namorados que não consegue juntar dinheiro suficiente para casar, é o profissional que há anos luta para conseguir a tão desejada promoção no emprego. Com frequência, ouço frases do tipo “estou me sentindo estagnado”, “não consigo o que quero”, “os caminhos parecem fechados para mim”. Existe muita gente perdida, sem propósitos, sem sentido de vida! Geralmente essas pessoas alternam, positiva ou negativamente, o seu posicionamento diante da vida de acordo com as circunstâncias externas.
Para muita gente o que é geralmente muito difícil de compreender é que a vida flui de um jeito ou de outro. As pessoas, as circunstâncias, o mundo não param quando as minhas engrenagens estão circulando de forma descompassada com os meus planos. Quando certas circunstâncias são inevitáveis por estar fora do nosso controle e acima da nossa vontade, é importante enxergarmos os fracassos, ou a marcha lenta, como oportunidades de crescimento, aceitá-los, vivê-los em sua plenitude e aprender com eles. Podemos transformar a nossa busca pelo sentido da vida, no próprio sentido de vida e, com isso, viver plena e intensamente.
Cada um de nós tem um propósito nesse universo. Sei que pode parecer difícil acreditar em sonhos, realizações e felicidade em um mundo revirado como o nosso. São tantas preocupações e tamanha correria que tendemos a dirigir toda a nossa energia à sobrevivência, à luta para conquistar as coisas e mantê-las. Normalmente nos sentimos como parte de uma grande engrenagem que não pode parar sob pena de ser excluído e nunca mais conseguir encaixar-se. Os desejos mais íntimos, o sonho e a realização de um propósito tendem a ser esquecidos em algum lugar dessa trajetória e essas atitudes têm colaborado para o surgimento de mais um grande problema: o vazio existencial, o causador das neuroses e depressões.
Existem três conceitos equivocados que faz muita gente perder o rumo na busca de um sentido de vida, um propósito, uma missão. O primeiro é achar que a vida só flui se tem progresso material, quando se tem “resultados”. Como a ideia de sucesso está ligada à obtenção de poder, prestígio, influência e riqueza, as pessoas acham que as coisas só caminham à medida que percebem estar conquistando, ainda que lentamente, esses resultados. Mas, se isso fosse verdade, não haveria tantas pessoas que poderiam ser chamadas de bem-sucedidas, mas se sentem perdidas, insatisfeitas e deprimidas.
A segunda questão é achar que a vida só tem sentido quando se tem muita competência. Isso é até compreensível porque para conquistar o sucesso precisamos ter muitos conhecimentos e habilidades, pois o mundo é um lugar competitivo. Assim, muita gente pensa que não há outra saída senão investir em cursos, idiomas e qualificações – buscando muitas vezes, fórmulas milagrosas que as transformem em vencedoras da noite para o dia -, e deixam adormecidos desejos pessoais e a realização de muitos sonhos.
O terceiro equívoco é achar que a fluidez é coisa do “destino” de cada um. Depende de onde se nasce, de onde se cresce, da educação que se recebe, de quem se conhece, da felicidade de ser a pessoa certa na hora certa e no lugar certo. Porém, para que a vida de cada um de nós flua não é necessário que sejamos ricos, poderosos, muito menos ser os melhores em tudo ou predestinados ao sucesso. É necessário, apenas, saber quem verdadeiramente somos, onde estamos e para onde vamos.
Felizmente conheço pessoas que escolheram ocupações coerentes com o que gostam de fazer, são felizes e dão certo na vida, pois estão realizando seu propósito, ocupando o seu lugar no mundo. Saber qual é o seu propósito e o que é importante para que ele seja realizado direciona as escolhas que você faz em todas as áreas de sua vida. Da profissão que exerce ao lugar onde mora, o tempo que dedica ao trabalho, seus hábitos de consumo, seu lazer, seus interesses culturais, sua disponibilidade para a família e para os amigos… Tudo começa a se encaixar com a missão. A pessoa cria um senso forte de identidade e sente-se dono da própria vida. Quando se está empenhado na realização de um sonho, cada pequena conquista é motivo de muita comemoração e, assim, nos tornamos capazes de fazer da busca pelo sentido de vida o nosso verdadeiro sentido de vida.”

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Imposto de Renda e Felicidade podem caminhar juntos?


Você sabe qual é o país do mundo que mais paga Imposto de Renda? Acha que é o Brasil? Errou! Estamos diante de um paradigma enraizado, porém, totalmente errado! Os países que mais pagam IR são aqueles com alto nível de desenvolvimento. Nos países que ocupam as melhores posições no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo paga-se quase 50% de Imposto de Renda. Alguns chegam a superar essa percentual.
Você tem conhecimento de qual é o posicionamento do Brasil entre as potencias mundiais? Hoje o Brasil ocupa a 6ª posição como potência mundial e se enquadra com boas expectativas para ocupar o 4º lugar até 2020. Por outro lado, no quesito IDH ocupamos a 84ª posição. No ranking do IDH, o primeiro lugar é ocupado pela Noruega, seguido da Austrália, Países Baixos, Estados Unidos e Nova Zelândia. A República Democrática do Congo ficou na posição de país menos desenvolvido do mundo, seguido por Níger, Burundi e Moçambique. Criado em 1990, o IDH compara riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e demais fatores entre os países. Com o índice é avaliado o bem-estar de uma população e, assim, classifica-se o país em desenvolvido, em desenvolvimento ou subdesenvolvido. Com essas informações, você acha que felicidade e bem-estar podem ser aliados do Imposto de Renda?
Durante toda a minha vida eu fui empreendedora autônoma e quando me deparei com a necessidade de declarar Imposto de Renda, pedi orientação para o meu pai. Contador por formação, ele estava acostumado a fazer os cálculos necessários das deduções. Fazíamos a minha declaração juntos e quase sempre eu tinha que pagar. Diante da minha indignação, considerando-me “a injustiçada”, o meu pai alertava: “Você devia agradecer porque só paga Imposto de Renda quem ganha, quem não ganha não paga”. Você prefere contribuir ou ser isento?
A filosofia de meu pai passou a fazer parte da minha vida e, por isso, ao contrário da grande maioria, o meu paradigma é que “pagar imposto de renda é que é bom, o ruim é ser isento”. Você já pensou no que realmente significa ser contribuinte ou ser isento? Estar isento do Imposto de Renda está diretamente ligado a ter rendimentos insuficientes que não dá para contribuir com parte dele com a sociedade! Ao fazer essa reflexão, concluo que pagar Imposto de Renda é uma coisa boa!
Recentemente eu dei uma palestra sobre felicidade para os auditores fiscais da Receita Federal e você sabe qual é a grande “infelicidade” deles? Ao exercerem sua atividade profissional, eles são muito mal recebidos. A maioria dos empresários detesta a presença de um auditor e o recebe a contra gosto. Imagine todos os dias você visitar pessoas que não conhece e, ao orientar e cobrar um posicionamento correto, ela passa a justificar, argumentar, agredir e responsabilizá-lo pelo percentual que deve ser declarado ao governo com frases do tipo: “Pago e não recebo nada em troca. Para onde vai o meu dinheiro? Que retorno eu tenho com esses impostos? Por que eu devo pagar tudo isso? E essas fraudes, corrupções e blá, blá, blá…”.
E é exatamente aí que eu queria chegar! Poderosos e poderosas, abram os olhos! Não dá mais para pensar em “dente por dente, olho por olho”! O erro do outro não justifica minhas atitudes. Ditos populares como “ladrão que rouba de ladrão tem 100 anos de perdão” devem ser extirpados do senso comum e isso começa com a minha e a sua atitude. Usar a inteligência para sabotar, enganar e criar artimanhas para sonegar é corrupção tanto quanto o ato de desviar dinheiro público. O mais pobre dos pobres é aquele que recebe a missão de distribuir renda e desvia as contribuições, o que resulta em total falta de confiança. Um país com alto IC – Índice de Corrupção nunca estará entre os primeiros do IDH. Você está disposto a mudar posicionamentos para o bem comum?
Outro dia ouvi um economista afirmar que quanto maior a impunidade maior o IC de um país. Será isso mesmo? Um erro não deveria justificar o outro – ao contrário do que está gravado no consciente coletivo, acertar é humano e devemos mudar a nossa mentalidade. Já pensou se todos os brasileiros declararem sua renda e contribuíssem com orgulho, satisfação e felicidade? Já pensou as pessoas se conscientizarem que só paga quem ganha e ganhos geram riquezas e riquezas geram bem-estar, possibilidade de desenvolvimento e tantos outros benefícios sociais?
Você consegue imaginar um Brasil onde todos pagam Imposto de Renda? Se assim fosse, no mínimo todos ganhariam mais que o suficiente. Visualize o nosso país como um grande condomínio onde cada um de nós contribuísse para manter e desenvolver essa grande comunidade, onde o respeito ao bem comum estivesse em primeiro lugar. Certamente afirmações como “se é bom para todos é bom para mim” seria a nossa realidade, certo? Então, cabe a nós mudarmos a história de que brasileiro tira vantagem em tudo e passar a concentrar nossas atitudes na afirmação “vantagem só se for para todos!”.
Em janeiro de 2011 estive no Butão, um dos países mais feliz do mundo, mas também um dos mais pobres. Eles não têm terra fértil, vivem praticamente da monocultura de arroz, não tem mar, enfrentam o frio a maior parte do tempo e como fonte de renda conta apenas com um rio maravilhoso e o turismo. Apesar de todos esses fatores, todos pensam em todos – o bem comum é um alvo coletivo. Em contrapartida, no Brasil temos uma terra maravilhosamente fértil, em que plantando tudo dá, temos a maior floresta do mundo e a maior concentração de água – somos responsáveis por 20% da água dos oceanos. No Brasil não tem miséria, nem pobreza. O grande problema do nosso país é a má distribuição de renda. Para mudar esse quadro é necessário despertarmos para a consciência social e isso depende de uma postura minha e sua.
Você sabia que tem países que são tão pobres que as pessoas não contribuem com o IR e tem países que são tão ricos que as pessoas ganham renda do governo? No Catar, no Oriente Médio, os árabes ganham do estado um valor de quase dois mil euros por pessoa, mas o índice de trabalho quase escravo de povos de diversas partes do mundo é bem alto por lá – eles têm um salário, mas a liberdade restrita. Isso compensa?
É bom conhecer a realidade de outros povos e culturas para valorizar e melhorar a nossa. A Espanha, onde dou palestras pelo menos três vezes por ano, fidelizou a participação com o Imposto de Renda com a campanha “Fazenda somos todos nós”. Hoje os contribuintes se posicionam como “autoauditores”, pois a consciência social desse povo é uma coisa que chama a atenção. Eu observo e aprendo muito com eles. Os USA resolveram a questão com severas punições – quem sonega tem uma penalização muito alta, então o cidadão não arrisca. No Brasil, infelizmente, ainda nos deparamos com altos índices de sonegação, onde descobrir formas mirabolantes de ser isento, infelizmente, demostra sinal de inteligência! Fico imaginando o dia em que todos os brasileiros (cidadãos comuns e políticos) estarão conscientes das suas responsabilidades e dos benefícios gerados em todos os níveis da sociedade. Aí sim seremos um país verdadeiramente rico e com melhor distribuição de renda!
Para conquistarmos a posição de 4ª potência mundial e uma boa colocação no IDH (sonho a 4ª colocação no IDH) é preciso mudar paradigmas – nada muda se eu não mudar – e adotar uma nova postura de consciência social. Nas minhas palestras eu sempre digo que rico é aquele que valoriza o que tem e aproveita as oportunidades e pobre é quem vive reclamando do que não tem. Mas vou acrescentar outra informação relevante: “ser rico é ter gosto em contribuir e ser pobre é se isentar diante da necessidade comum”. De que serve ser rico de dinheiro e ser pobre de espírito? Refletir sobre tudo reforça ainda mais em mim o ensinamento do meu pai! Eu sou feliz porque pago IR e você?

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Como Construir Estratégias para o Sucesso

Poderosos!
Este é um POST muito especial!

Em julho, eu participarei do 17º Encontro dos Maiores Conferencistas do Brasil: Como Construir Estratégias para o Sucesso. O evento, que tem o selo de qualidade KLA, acontecerá no dia 21, em São Paulo. Eu e mais cinco especialistas apresentaremos mais de 10 horas de palestras.

Você já imaginou passar 01 dia inteiro comigo, Waldez Ludwig, Carlos Alberto Julio, Dado Schneider, Alfredo Rocha e Cesar Romão?

Mas o melhor vem agora! Ganhei três ingressos no valor de R$ 399 cada e sortearei nas minhas redes sociais. E você pode ser o ganhador! Quer saber como? É muito simples:

1 – Acesse e curta minha página no Facebook
2 – Responda a pergunta “Como o Poder da SuperAção Pode Alavancar sua Vida?acessando aqui e compartilhe a promoção com seus amigos. Sua participação já garante 10% de desconto na compra do seu ingresso.

As melhores respostas serão contempladas da seguinte forma:
1º Colocado – 1 Ingresso no evento da KLA + Visita no meu camarim.
2º e 3º Colocados – 1 Ingresso (cada) no evento da KLA
4º ao 10º Colocados – 1 exemplar do meu novo livro “O Poder da SuperAção”.
10º ao 20º Colocados – Código de desconto de 30% na compra do livro “O Poder da SuperAção”, na loja Amplatitude.

Bom, agora é com vocês! Quero saber quem serão os poderosos que participarão desse encontro inédito e exclusivo.
Clique aqui para conhecer mais sobre o evento.

Um grande beijo e até o próximo POST.

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O Poder da Superação

Quem nunca desejou ser um super-herói das histórias em quadrinhos para eliminar, de uma só vez, todos os problemas que o afligem? Eu, por diversas vezes desejei ser uma super-heroína, mas descobri que a realidade é outra – outra muito melhor! Podemos acreditar que esse era apenas um desejo de criança, mas muitos de nós, mesmo em tom de brincadeira falamos isso quando adultos. Mas, na verdade, somos capazes de transformar esse desejo em realidade. Isso mesmo! A grande maioria das pessoas já faz isso e nem percebe!

Então, ao descobrir essa competência que todos nós temos, eu decidi escrever um livro sobre minhas observações sobre as “SuperPessoas” (eu e você) e, por isso, agora trago uma notícia que pode fazer total diferença em sua vida. Do jeito que sou e observo as coisas e pessoas ao meu redor, eu mostro no meu mais novo livro “O poder da superação”, como cada ser humano pode se transformar em uma SuperPessoa e ir além, muito além, de seus próprios limites.

Poderoso e poderosa, definitivamente este é um livro para quem quer fazer algo por si mesmo. “Fechando” a série “Mês da Mulher”, não deixe de assistir a entrevista exclusiva de lançamento do livro que dei recentemente para o Programa Tribuna Independente, da Rede TV, e você terá uma prévia do que ele reserva para você!

E as novidades não param por aí! Para celebrar esse lançamento, todas as pessoas que adquirirem “O poder da superação” na Amplatitude, eu enviarei o exemplar com 20% de desconto! Quer mais? Então fique ligado porque em breve lançarei na minha Rede Social uma promoção que valerá sorteio de DVDs e tem tudo a ver com superação!
Fique de olho e até muito breve!

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A mulher na hierarquia corporativa

Por que será que, em todo o mundo, quanto mais se sobe na hierarquia corporativa, mais rarefeita é a população feminina?
Já identifiquei quatro modalidades de resposta a essas perguntas: a desatualizada, a conservadora, a progressista e a inconformista.

Comecemos pela resposta desatualizada: “Mulher tem menos competência que o homem”. Chamo essa resposta de desatualizada porque, francamente, só quem continua com a cabeça no começo do século passado, quando a mulher começou a luta por seus direitos, pode dizer uma coisa dessas. A presença das mulheres em praticamente todas as profissões existentes e o brilho com que muitas delas exercem suas funções mostra que competência não é um fator determinado pelo gênero, mas uma qualidade do indivíduo. A realidade mostra que tanto o homem como a mulher pode ser competente.

Existe a resposta conservadora, que é: “O preconceito impede a ascensão da mulher no mercado de trabalho”. Não nego que esse preconceito exista. Já inventaram até uma expressão para denominá-lo no mundo corporativo, “teto de vidro”, ou seja, barreiras invisíveis na cultura das empresas que mantêm a mulher longe dos cargos com responsabilidade direta pelas operações. Mas por que chamo essa resposta de conservadora? Porque alegar que há “tetos de vidro” sobre as cabeças femininas não as leva a lugar algum. Há certo conservadorismo em dizer “é o preconceito e não tem jeito” e tudo continuar como está.

Existe a resposta progressista: “Algumas atitudes da mulher sabotam sua ascensão”. Ainda é um pouco raro ouvir essa resposta, mas pelo menos as mulheres já começam a despertar para comportamentos culturalmente herdados que atrapalham sua ascensão na carreira e desenvolver seu potencial para o sucesso.
Recentemente prefaciei a edição brasileira do livro de uma coach americana chamada Louise Frankel. Título do livro: Mulheres Ousadas Chegam Mais Longe. A autora lista nada menos que 101 erros que as mulheres cometem, a maioria deles inconscientemente, transmitindo uma imagem pouco favorável para sua candidatura à alta liderança nas empresas. Trabalhar pelos outros, por exemplo: a mulher tem a mania de achar que se não fizer certas coisas ninguém mais fará, então se mata de trabalhar e não cuida de outros aspectos importantes para a carreira. Só tem um detalhe: quem ganha promoções é quem apresenta o trabalho pronto, não necessariamente quem faz o trabalho. Outra coisa que a prejudica é sua dificuldade em fazer ou falar coisas que possam ferir os sentimentos dos outros. O nível de tolerância feminino às vezes é tão elástico que ela chega a encobrir as falhas alheias. Pois assim são muitas mulheres, que com freqüência priorizam as necessidades alheias em detrimento das suas, recusam-se a participar do jogo político das empresas, são compreensivas demais, solícitas demais…
Reconhecer essa situação é um grande avanço, e por isso chamei a resposta de progressista. Aqui há uma perspectiva de mudança, mas uma mudança que parte da própria mulher. Na medida em que ela identifica os comportamentos que a atrapalham na carreira, poderá transformá-los e atravessar o malfadado teto de vidro, que, aliás, é em parte sustentado por esses mesmos comportamentos…

Existe, por fim, a resposta inconformista: “A mulher não aceita sacrificar sua qualidade de vida por um alto cargo nas empresas”. Se para chegar ao olimpo corporativo é trabalhar 12, 14, 16 horas por dia, como faz a maioria dos executivos, algumas repensam suas prioridades e procuram meios de conciliar as demandas do trabalho com vida afetiva, tempo para os filhos, para o lazer e para ela mesma. Há as que brecam a trajetória profissional por vontade própria, há as que saem da arena corporativa para realizar um trabalho autônomo ou empreender um negócio, situação em que podem ser mais donas de seu tempo.

O interessante sobre essas respostas é que elas, de certa forma, reproduzem a trajetória feminina no mundo do trabalho. Houve um tempo em que a mulher era excluída desse mundo e suas competências nem eram conhecidas, quanto mais reconhecidas. Num segundo momento, ocupou espaço no mercado e conquistou posições nunca antes sonhadas, mesmo tendo de enfrentar o preconceito. Agora desperta para ajustes de comportamento, vai em busca do que lhe falta, sai do papel de vítima e assume a responsabilidade pelo seu sucesso. Por fim, se achar que o investimento na carreira não é compatível com o que deseja para sua vida como um todo, muda de planos, de empresa, de atividade. Acima de tudo, a liderança que realmente interessa para a mulher é sobre a própria vida.

Qual sua opinião sobre o tema? Você já identificou esses ou outros tipos de respostas?

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Onde está a tão sonhada felicidade?

Somos mulheres batalhadoras e temos diversos papéis sociais a exercer: executiva, esposa, mãe, dona de casa… e em muitos dos nossos dias, enquanto alteramos nossos papéis, procuramos nossa felicidade. Pois, a correria está árdua, o corpo cansado, o tempo é escasso… e a felicidade, onde ela está? Ela realmente existe? Nós a desejamos, lutamos por ela, invejamos aqueles que a possuem. Acreditamos que seja indefinível e efêmera, que seja só uma questão de ficar mais rica, mais magra, mais velha ou mais jovem, casar-se ou divorciar-se, ter um bebê ou uma babá, encontrar um bom emprego ou livrar-se de um ruim…

Mas o tipo de felicidade do qual estamos falando – o tipo que está na sabedoria e não desaparece quando as coisas ficam difíceis – está ao nosso alcance e não tem custo algum. É um recurso natural – e é seu por direito.

Há pessoas que já nascem sorrindo, mas a maioria de nós tem que batalhar por isso. O que requer aprender algumas técnicas novas e desaprender alguns velhos hábitos mentais – mas as boas novas da ciência e da psicologia revelam que o humor é maleável e a felicidade é sua, por escolha.

Desde que Freud ajudou a apagar a expectativa de felicidade do horizonte ocidental, quando declarou que o máximo que poderíamos esperar era a transformação de uma penúria histérica em infelicidade comum, muitos de nós fomos levados a concluir que felicidade, de alguma forma, está além do nosso alcance, é uma hipótese ingênua, algo por que lutar, mas verdadeiramente um sonho impossível.

Acontece que Freud estava errado. Descobertas recentes em psicologia, neurologia e química – com o suporte de práticas orientais como a meditação – revelaram que a felicidade é atingível. Sabemos hoje que o cérebro pode mudar. Os cientistas chamam esta descoberta de neuroplasticidade, uma idéia revolucionária que ajudou a promover – junto com a psicologia positiva – uma ciência da felicidade.

Uma década atrás, Daniel Goleman escreveu em “Destructive Emotions”, que “o dogma em neurociência era que o cérebro era imutável pelas experiências da vida”, a pesquisa científica focava principalmente nos estados emocionais negativos. A recente mudança na ênfase de “o que há de errado conosco” para “o que está certo”, finalmente trouxe a felicidade para a discussão. Queremos saber como funciona a felicidade. Por que a felicidade parece, às vezes, tão fora de alcance? Quando a minha felicidade se torna a dor do outro? Felicidade é um destino ou uma escolha, o que nos fará felizes? E, finalmente, num mundo com tanta revolta, incerteza, luta e injustiça, como poderemos ser profundamente felizes? Que definição de felicidade é suficiente para abranger todas essas questões?

Bem, sabe-se que cada um de nós nasceu com um nível genético para designar a nossa felicidade. Os especialistas o chamam de Bem Estar Subjetivo (B.E.S.). Sendo assim, a idéia de inferno para você pode ser a de paraíso para mim. Por isso que pessoas sem-teto em Calcutá são menos infelizes que os sem-teto da Califórnia, porque elas têm um senso de comunidade mais forte.

Um estudo feito por cientistas com ganhadores da loteria e paraplégicos, respeitadas as devidas circunstâncias, obteve resultados surpreendentes. Os ganhadores da loteria apresentaram níveis de felicidade que não diferiam significativamente de um grupo de controle. E os paraplégicos, mesmo menos felizes, não eram tão infelizes quanto esperávamos.

Como os italianos, que têm oito palavras para amor, nós precisamos de mais sentidos para felicidade. A vida é muito complexa, nós sabemos muito, há muita dor para ser satisfeita. Não podemos ter uma idéia ingênua do que é ser feliz e ser humano.

Naturalmente, há dias em que um emprego é só um emprego, e as discrepâncias profissionais (salários, políticas corporativas, oportunidades, etc…) não podem ser negadas, mas cuidar do nosso próprio trabalho ao invés de ficar se comparando com os outros nos faz mais felizes.

No final das contas, felicidade é uma escolha – a moldura através da qual escolhemos enxergar a vida. Quanto maior a moldura, mais vívida a pintura. Quanto mais nos lembrarmos de que a vida é um presente – que tudo muda, e nós não estamos no controle – mais forte a nossa sensação de bem estar se torna. A felicidade pode resistir às adversidades da vida, só o que precisamos é de sabedoria.

Como diz uma das máximas sobre felicidade: se você quer ser feliz por uma hora, tire um cochilo; se quer ser feliz por um dia, saia para pescar; se quer ser feliz por um mês, case-se; se quer ser feliz por um ano, ganhe na loteria; mas se quiser ser feliz a vida inteira: faça alguém feliz.

E comece já, passando este post a um amigo ou amiga que você percebe que não encontrou a “tão sonhada felicidade”.

Até a próxima. Vou fazer alguém feliz agora mesmo.

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E se Eva tivesse dito não?

Se quando a serpente ofereceu a maçã, Eva dissesse: “Não, obrigada, prefiro banana”. O que teria sido do mundo? Se, se, se…

Você é daquelas pessoas que vivem falando no condicional, e insistem em usar o futuro do pretérito no lugar do presente: eu faria, seria, saberia, gostaria…? Então, você realmente não comunga das idéias mais modernas dos grandes pensadores mundiais, e não conjuga no mesmo tempo verbal dos nossos tempos, o presente, 2012.

Cheguei a duas conclusões simples, que nos ajudam a ter atitudes positivas, decisões rápidas, a atingir e superar as metas de nossos projetos, são elas:

 A felicidade é diretamente proporcional à aceitação da realidade.
 A inteligência é medida pela capacidade de adaptação à realidade.

Daí podemos concluir que a realidade é o maravilhosa. Lendo a vida do executivo do século, Jack Welch, cheguei à conclusão de que concordamos em muitas coisas e isto é muito engraçado.

Temos que aceitar e enfrentar a realidade por mais dura que seja, e para isto você precisa de algumas coisas, entre elas: autoconfiança e ambição. Para explicar sobre autoconfiança vou me apropriar mais uma vez da autobiografia do Jack Welch, quando ele relata como começou a desenvolver sua autoconfiança. Ele conta que era gago quando criança e que os outros meninos faziam chacota dele. Por isso chegava aborrecido em casa, até que sua mãe lhe disse: “Querido, não ligue para isso. Você é muito inteligente e sua cabeça funciona mais depressa do que a sua boca, daí a sua gagueira”.

Ali deu-se início ao processo de autoconfiança de Jack, que disse só ter dado conta do tamanho desta força agora, quando escreveu sua autobiografia. É muito importante, você ter consciência de sua competência, usar sua força, seu talento sem limites e sem economia. As diferenças externas, diante disso, não importam. Você não pode se desperdiçar se comparando com os outros! Você vai fazer o que lhe cabe, o que você tem que fazer.

Eu acredito que todos nós temos que ter autoconfiança, mas conscientes e informados com os fatos, com a realidade que nos cerca. Digo que no Planeta Terra tem 7 bilhões de pessoas. Desse total 3 bilhões e meio são mulheres, destas oito são top models e só uma é Leila Navarro.

Quando me dei conta de que era única, assim como Jack Welch, e que todos somos únicos, a minha vida mudou, isto fortaleceu a minha autoconfiança, mas junto com a minha responsabilidade pessoal e social, pois sou única, mas não sou a única.

Já falamos da autoconfiança, chegou a vez da ambição. Você deve estar perguntando porque ambição. Acredito que a pior coisa que existe é trabalhar com uma equipe que não tem ambição. É como ter um time que não se importa em ganhar, é como o que acontece com a luta contra o terrorismo: lutar com alguém que não teme a morte, quando a maior arma que se tem é a ameaça à vida. Isto os torna inimigos invencíveis.

Para mim a vida só tem um sentido que é a materialização dos nossos sonhos. Uma pessoa que não tem sonhos, para mim, está morta. Se você não tem desejos, se não tem metas a alcançar, não tem porque acordar. E esta vontade de querer aprender, de querer crescer, de correr atrás dos sonhos, de sua missão, de suas verdades, é o que eu chamo de ambição. É uma energia, um entusiasmo, que movimenta, impulsiona, energiza, rejuvenesce, inova e cria.

Ainda bem que a Eva gostava de maçãs, pois além da curiosidade, queria ir além dos limites estabelecidos, mostrou autoconfiança e ambição.

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Cultive o bom humor!

Março é o mês das mulheres e será, também, um mês especial aqui no blog com posts preparados especialmente para nós. Hoje, no Dia da Mulher, minha homenagem é ao humor feminino!

Quem acha que o humor feminino é um eterno refém dos hormônios e se altera ciclicamente, em especial “naqueles dias do mês”, está por fora. O bom humor pode ser uma constante na vida de qualquer mulher, pois é algo que pode ser cultivado.

Ouso dizer que nós, mulheres, somos até mais favorecidas que os homens nas condições para o equilíbrio emocional que se traduz no bom humor. Para começar, não sofremos as pressões que eles ainda sofrem desde pequenos para serem os melhores em tudo. Não temos a obrigação, culturalmente imposta, de “dar certo” e, por isso, não precisamos temer o fracasso. Sem medo de fracassar, podemos ser mais autênticas em nossas atitudes, seguir o nosso coração, fazer aquilo que realmente nos dá prazer. Só aí já temos 25% dos fatores necessários para estar de bem com a vida.

Outros 25% se relacionam com a nossa facilidade em expressar as emoções. Enquanto os homens são educados para ser durões e não chorar nunca, temos mais liberdade para externalizar nossos sentimentos. Nos permitimos desabafar e chorar, o que é fundamental para manter o equilíbrio emocional. Reprimir sentimentos, como se sabe, causa uma grande pressão interna que pode levar a doenças. E ninguém pode ser bem humorado sem saúde.

Outros 25% estão ligados a uma característica intrinsecamente feminina: a flexibilidade. Para a mulher, em tudo se dá jeito. Aparece alguém de surpresa para almoçar e ela bota mais água no feijão, recicla as sobras do assado da véspera, faz uma farofa rápida e pronto: o convidado é recebido com um banquete. A mulher tem dez coisas para fazer ao mesmo tempo e não se aperta. É capaz de trabalhar fora, manter uma casa funcionando à distância, acompanhar a vida escolar dos filhos, aturar a sogra – e nem com tudo isso se esquece do aniversário de casamento. O que isso tem a ver com bom humor? Tudo. Quem tem flexibilidade não perde tempo nem se desgasta com o que não funciona; logo percebe que precisa fazer mudanças e as faz sem problemas. Quem tem flexibilidade não embirra, não fica de tromba, porque é capaz de ver oportunidades em tudo e o lado positivo das coisas.

Aqui abro parênteses para fazer justiça aos homens. Não é porque estou ressaltando características femininas que eles estão condenados ao mau humor. Estar de bem com a vida não é privilégio de ninguém, muito menos possuir esses fatores que eu citei. Na verdade, vejo cada vez mais homens lidando positivamente com as pressões que sofrem, expressando abertamente seus sentimentos, sendo flexíveis. Esses atributos, que fique bem claro, não são exclusividade da mulher: existem em todo ser humano.

Voltando às nossas contas, falta falar dos 25% restantes que compõem os fatores para viver com bom humor: cultivar o riso. É cientificamente comprovado que o riso combate o stress, estimula o sistema imunológico, aumenta a oxigenação do sangue e até emagrece! Há também uma descarga de endorfina no organismo, substância que promove a sensação de bem-estar.

Quanto mais você praticar os três primeiros fatores (seguir o coração, expressar as emoções e ser flexível), mais naturalmente o riso surgirá em sua vida. Ria sempre que tiver vontade. Ria de você mesma, ria das situações que lhe acontecem, ria até das suas fraquezas. Uma risada aberta e gostosa é contagiante, é capaz até de mudar o astral de quem está por perto. Você vai ver como a vida fica leve e como o bom humor torna-se mais presente.

E se a TPM pegar você de vez em quando, tome um remedinho para a dor de cabeça e toque o seu dia adiante, porque bom humor é, antes de tudo, um estado de espírito.

Parabéns, mulheres! E não deixem de cultivar o bom humor!

*foto iriamartinez

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